Tudo sobre Tomar e arredores
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Publicado por Luís Ribeiro, em 30.01.09 às 19:52Link do artigo | | favorito

Tomar possui essencialmente no centro histórico, um património histórico e arquitectónico rico em janelas e em elementos decorativos como as gárgulas.
Na Rua dos Arcos, sobre o vértice do segundo arco, encontra-se a janela mais antiga, datada do séc. XV. Seguidamente na Rua Torres Pinheiro, encontra-se outra janela de verga superior com um recorte geométrico e elementos decorativos. Na Avenida Cândido Madureira podemos observar a frontaria de uma casa popular, com janelas e paredes simples adornadas com vasos de flores. Mais à frente na Casa dos Tectos existem janelas de guilhotina com elementos geométricos de avental. Existem no centro histórico da cidade várias janelas de guilhotina com avental baleado. Ao entrar na Rua Pedro Dias encontra-se uma janela de canto do Renascimento final.
No cruzamento com a Rua Joaquim Jacinto encontramos uma janela, esta do período Manuelino. Na Rua Infantaria 15, encontra-se um prédio com janelas do séc. XVII. Duas janelas quinhentistas de avental simples encontram-se na Rua Aurora de Macedo. Na rua do Camarão podemos admirar uma das mais bonitas janelas de Tomar.  Na rua Silva Magalhães, no antigo edifício da Biblioteca Municipal, encontra-se uma janela considerada monum
ento nacional, com balaústres.

Info Tomar

 

 

 


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Publicado por Luís Ribeiro, em 28.01.09 às 19:38Link do artigo | | favorito

A igreja da lendária padroeira de Tomar contém um admirável calvário em pedra e uma profusa decoração alusiva aos símbolos do Espírito Santo no apainelado da Capela-Mor.
A linguagem da Renascença Coimbrã é realçada pelo pórtico e pela janela ao gosto de Nicolau Chanterène. Interiormente é revestida por azulejos ponta de diamante, do século XVII. O retábulo de Cristo crucificado é atribuído a João de Ruão.
O Arco das freiras é a passagem aérea entre as Freiras Clarissas do Convento de Santa Iria e o antigo Palácio de Frei António de Lisboa.

 

Foto


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Publicado por Luís Ribeiro, em 27.01.09 às 18:55Link do artigo | | favorito

A 10 de Agosto de 1385, dia do mártir S. Lourenço, as hostes de D. João I juntaram-se neste local, às do Condestável D. Nuno Álvares Pereira, rumo a Aljubarrota. 
A Capela e o Padrão assinalam o encontro e o santo, orago da ermida, deu o nome ao lugar.
Aires de Quental, encarregado de ali construir uma fábrica de armas, por D. Manuel, foi o edificador da Capela.

 


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Publicado por Luís Ribeiro, em 26.01.09 às 19:36Link do artigo | | favorito

Construção quinhentista de planta circular dedicada a S. Gregório Nazianzeno, teólogo que provou a divindade de Jesus.
Destaca-se o portal manuelino rectangular, sobriamente decorado e abrigado pela galilé que circunda três lados da capela. Os painéis de azulejos setecentistas são originários do Convento das Trinas de Lisboa.

 


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Publicado por Luís Ribeiro, em 24.01.09 às 12:39Link do artigo | | favorito

O Convento de São Francisco é um edifício maneirista construído em torno de dois claustros.
Em meados do século XVII substituiu a capela de Nossa Senhora dos Anjos. Acolheu a comunidade da então extinta casa de Santa Cita.
Templo do século XVII (1625-1660), característico da Arquitectura Chã. A fachada destaca o maneirismo do portal e do frontispício.
No interior, de uma só nave coberta a grande altura por uma abóbada de berço, realçam-se as esculturas de um raríssimo Calvário e as quatro representações pictóricas da Vida da Virgem.
Na primeira capela do lado do Evangelho sobressai a imagem de Santa Iria, padroeira da cidade de Tomar.

C.M.T.

 


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Publicado por Luís Ribeiro, em 23.01.09 às 18:58Link do artigo | | favorito

Ermida da Senhora do Monte mandada edificar pelo Alcaide de Óbidos no século XIV.
Ao portal em ogiva acede-se por uma galilé alpendrada.
Foi restaurada e modificada em 1613 pelo juiz do povo Bernardo Ortiz Ochoa.
Os azulejos azuis e brancos enxaquetados são século XVII, e o terraço e a escadaria de meados do século XIX.

C.M.T.

 

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Publicado por Luís Ribeiro, em 22.01.09 às 18:49Link do artigo | | favorito

Pequena igreja basilical de três naves destinada a capela funerária de D. João III, o rei que ordenou a sua construção em 1547.
Concebido por João de Castilho, este belo exemplar do classicismo italiano é a melhor evocação da arte greco-romana na Península Ibérica.
Destaca-se a implementação urbana florentina, a sobriedade austera das proporções, as janelas perspectivadas segundo a orientação solar e, no interior, a articulação dos volumes entre as naves e o transepto, a vibração dramática da iluminação natural e a decoração coríntia dos capitéis.
C.M.T.

 


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Publicado por Luís Ribeiro, em 21.01.09 às 19:25Link do artigo | | favorito

A Igreja Santa Maria do Olival, templo gótico de meados do século XIII, foi construído no sítio da antiga igreja templária erguida por D. Gualdim.
O Panteão dos Mestres Templários foi sede de nullius diocesis com jurisdição sobre as igrejas dos Descobrimentos. A interessante estrutura espacial de três naves serviu de modelo à igreja de São João Baptista e a outras igrejas do gótico final português.
No exterior, destaca-se a magnífica rosácea, a torre de atalaia adaptada a campanário, e a loggia do século XVI; no interior, a lápide de Gualdim Pais, o túmulo de D. Diogo Pinheiro e as imagens Nossa Senhora do Leite e Santas Mães.

C.M.T.

 

 


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Publicado por Luís Ribeiro, em 20.01.09 às 19:00Link do artigo | | favorito

A Charola era o oratório dos Templários no princípio do séc. XII. Esta apresenta uma estrutura compacta cilíndrica com grandes traços de influência oriental, esta influência foi trazida pelos cavaleiros da Ordem do Templo das passagens que tiveram por terras orientais (Cruzadas).

 

O centro da Charola é composto por 8 colunas, sendo 4 delas suportes de 2 Santos. Aqui encontra-se o túmulo de D. Lopo Dias de Sousa, que foi governador da Ordem de Cristo.

Na decoração da Charola encontramos motivos na estrutura do tambor central, pinturas na abóbada anelar, pinturas murais no segundo andar do tambor, que representam instrumentos da Paixão de Cristo, esculturas em madeira e um conjunto da Virgem com S. João Evangelista.

Info Tomar

 

Charola, Convento de Cristo - Tomar


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Publicado por Luís Ribeiro, em 19.01.09 às 19:01Link do artigo | | favorito

O plano da cidade medieval organiza-se em cruz com os 4 braços apontando os 4 pontos cardeais marcados pelos 4 conventos da cidade. O centro, onde se situam a Câmara Municipal e a Igreja Matriz, é a Praça da República, a partir da qual irradiam os principais edifícios públicos e religiosos: a sul, a Sinagoga, o antigo Hospital da Misericórdia,o Convento de S. Francisco e o antigo Rossio da Vila; a norte, a sede da Assembleia Municipal, as capelas de S. Gregório e da Senhora da Piedade e o antigo Convento da Anunciada; a oeste, a colina do Castelo, a Ermida da Senhora da Conceição e o Convento de Cristo; a leste, a Ponte, as antigas Moagens e Moinhos da Vila, o Convento de Santa Iria, a saída para a Igreja de Santa Maria do Olival e zona escolar da cidade, com o Instituto Politécnico a rematar. Perseguindo esta geometria simbólica, é interessante constatar que, com centro na igreja manuelina, à Praça da República, se gera a circunferência que une a Charola do Convento (oratório templário) aos Conventos da Anunciada, de Santa Iria e de S. Francisco. Eis, assim, o círculo, qual espaço sagrado!, dentro do qual se desenvolveu  Tomar.

C.M.T.

Tomar, Praça da República


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